Simonetti’sketchbook


A Aldeia
Junho 28, 2009, 11:57 pm
Filed under: Urbano

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Um dos meus refúgios da pressão do quotidiano. Vai-se sempre cheio de vontade com uma bagagem vazia para se encher de descanso. O que se traz na volta é a vontade de ficar mais uns dias.

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Sim, tenho desenhado
Junho 22, 2009, 8:51 pm
Filed under: Pessoas, Urbano

…e coloco agora aqui para todos verem. O que se segue foram uns dias na Costa da Caparica muito bem passados por sinal.

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O mais complicado por vezes é arranjar a posição certa para se desenhar. O calor também não ajuda, pois da ponta da caneta a tinta é sempre mais do que por vezes se espera e o traço sai mais grosso. Controlando isso, temos os mais variados modelos para desenhar.



Fui à Feira do livro de Lisboa e comprei uma fartura.
Maio 10, 2009, 11:12 pm
Filed under: Urbano

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Que mistura é esta? Será que os nossos hábitos de leitura estão assim tão oleosos?



Terça de Manhã
Maio 6, 2009, 8:27 am
Filed under: Pessoas, Urbano

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Cada vez gosto mais de ir à praia e fazer uns sketchs. É bom para fazer modelo e como está tudo descontraído, nem reparam que estamos a olhar. Experimentem e vão ver.



Segunda de manhã
Maio 4, 2009, 10:09 pm
Filed under: Urbano

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Sol, praia, esplanada.
Alguém me diz como se consegue fazer só isto na vida sem ter que ir trabalhar?



Monsaraz – Dia 2
Maio 3, 2009, 10:15 am
Filed under: Urbano

O dia começou bem cedo com o cantar desarrumado dos pardais que com alguma facilidade me conseguiram acordar.

Quando cheguei ao “Café Sem Fim” conheci em primeiro, dos que tenho perseguido pela internet, o José Louro. Um sorriso na cara, uma caneta de tinta permanente e o seu caderno. Foi assim que o esbocei num par de segundos. Ouvinte, conversador e atento. Falei-lhe do meu projecto ao que achou interessante e deu-me confiança para continuar. Depois de algumas trocas de palavras, aparece o segundo do elenco, o João Catarino. Ar descontraído, caderno fora de formato, um saco recheado de pincéis e uma natural felicidade que contagiava qualquer pessoa. Desta vez já não foi preciso apresentar-me, o José, no seu jeito empolgado disse: “Este é que é o Simonetti!” e o João ainda meio perdido na surpresa da frase disse: “julgávamos que eras uma mulher…”, pelo menos e por algum motivo já conheciam o nome, pensei eu, mas continuou “é que há uma mulher com o nome Simonetta que também está no Urban Sketcher e julgávamos que eras tu”. A internet tem destas coisas, mostramos o que nos apetece e parece perceptível, mas as mensagens são sempre interpretadas por cada um à sua maneira, tal como se fosse uma galeria de arte, mas de fácil acesso.

Entre a troca inevitável de elogios, expliquei que estava ali com uma missão. E se antes o José já me tinha dado apoio, o João ainda foi mais esclarecedor: “este homem é o futuro disto pá!”. E ali estava eu. O Louro à minha direita confirmando com a cabeça o que o Catarino, à minha esquerda, ia dizendo com os seus gestos. Tudo aquilo me preenchia e justificava a minha viagem. A meio chega o Eduardo Salavisa de quem tanto se fala ultimamente. Desta vez foi o João Catarino que me apresentou. Falámos mais um pouco das minhas ideias e do livro do Eduardo, “Diários de Viagem”.

A hora do início do encontro estava atrasada e juntaram-se os restantes membros do elenco, o Pedro Fernandes e o Pedro Cabral, julgava eu que eram os últimos, mas mais tarde vim a conhecer a Mónica Cid e a sua engraçada timidez.

A conferência começou. No fim foi lançado o desafio de irmos todos desenhar para a vila de Monsaraz. E assim foi.

Por volta das 17h30 regressámos todos ao café “Sem Fim”. Espalharam-se sketchbook’s pela mesa e vimos como cada um soube saborear a tarde na vila que estava repleta de turistas e o sol nos acompanhou calorosamente.

Ao fim da tarde e de regresso a casa com o sketchbook mais completo fica a vontade de estar com esta gente, conhecê-los melhor e até quem sabe, viajar com eles. Passamos tempos tão sozinhos a desenhar que quando encontramos alguém que está algures com um bloco e uma caneta na mão dá-nos vontade de conhecer tudo… imaginem como me sinto depois de conhecê-los.

Obrigado a todos pela simpatia que, sem excepção, vos caracteriza.



Monsaraz – Dia 1
Maio 2, 2009, 11:15 pm
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E assim fui.
Sexta-feira já riscava em Monsaraz. O azul (céu) e branco (casas) preenchia-me a cada passo que dava pelo chão irregular das ruas. Tudo, mas tudo mesmo me inspirava para começar para ali a rabiscar. Procurei por aqueles que a net me fez o favor de dar a conhecer e que sabia que iriam estar no encontro, mas não tive sorte.