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Reconhecer os espaços por onde passo inúmeras vezes sem nunca ter olhado realmente bem é como se fossem descobertas. Este é um deles.
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As palavras, aulas e sexta-feira, por si só não soam nada bem. Pior fica quando são até à meia noite. Mas descobre-se muita coisa.
Aqui fica um registo da aula de Ergonomia. Para que conste que não era o único naquele momento que libertava uns traços na monocromática voz que não se calou durante duas horas… irra!
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Chama-se Gerard Michel, é Belga e faz estas coisas. É assustador.
Quando for grande quero conseguir fazer disto.
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Faltavam à vontade uns 25 minutos para entrar à hora certa. Sai de carro e ao meu lado ia o sketchbook que me dizia a cada instante para desenhar. Fiz-lhe a vontade.
Escusado será dizer que quando cheguei ao emprego já passavam 5 minutos da hora certa.
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- Avó Etelvina da Glória
- Aldeia – Escurquela
Escurquela, como tantas outras aldeias semeadas pelo norte de Portugal, são sem dúvida os melhores locais para passarmos uma manhã a desenhar sem dar pelo tempo passar. Quando se está com “aquela gente” sente-se de facto o que é humildade e simplicidade natural de pessoas que nos abrem as portas para oferecerem o que de melhor a terra lhes dá. Por isto e por outras tantas, Escurquela, estará sempre muito próxima do meu peito.
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Ainda de volta pelas férias da Páscoa aparece o Porto.
Uma cidade cinzenta e onde o espaço para se construir casas parece que há muito que deixou de existir. Muita gente a tentar arrumar um carro em troca de uns meros cêntimos perdidos das mãos dos turistas que por ali passeiam. Casa da Música, Fundação de Serralves, Foz, Gaia, jardim da Cidade, Palácio de Cristal… não conhecia e gostei. Talvez volte lá daqui a uns tempos.
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Gostei bastante.
Quanto mais conheço o meu país mais me apetece sair da rotina diária e viajar por cá.























